Teams & Projects

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Green Sputnik – Best Green Hack

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Equipa

  • Alexandre Gomes
  • Carlos Faria
  • Nuno Miguel
  • Rafael Evaristo

Descrição do Projecto

O projecto consiste na potencialização da separação de lixos.

O que acharam do evento?
O evento foi do mais fantástico que vi organizado nos últimos tempos. O pré-evento foi uma maneira de introduzir aos conhecimentos técnicos que os quisesse.
Que dificuldades tiveram?
Nenhuma, a organização tratou de tudo de forma exemplar.
O que vos surpreendeu?
A disponibilidade de todos os concorrentes em não deixar ninguém para trás.
O que aprenderam neste evento?
Que a universidade pode ser um polo não clássico de inovação. Basta que exista vontade e gente disponível.
Pretendem dar seguimento ao projeto?
Sim com muita motivação. Este evento foi a faísca que se tornou em vontade.

 

ISEL Hackers – Best Business Idea

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Equipa

  • Diogo Costa
  • David Velez
  • André Rangel
  • Rosandro Barbosa

Descrição do Projecto

Quatro alunos estudantes no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), das Áreas
Departamentais de Engenharia Mecânica e Electrónica, membros da equipa do ISEL
Formula Student (IFS), decidiram aceitar o desafio de participar no evento Lisbon Green
Hackathon 2016. Assim, formou-se a equipa ISEL Hackers, dois dias antes do início evento,
com o objetivo de desenvolver um projecto em 24h em prol do ambiente e sustentabilidade.
Após a decisão de participar, a equipa realizou diversas sessões de Brainstorming de modo a obter um conceito/ideia de projecto de acordo com os ideais da organização. Surgiu assim a ideia de desenvolver e construir um protótipo de um veículo aquático autónomo, cuja
principal função é procurar e detectar fontes de poluição em alto mar, como por exemplo
derrames de petróleo.

O protótipo foi apelidado de Ocean Research Vehicle (ORV) e apresenta características
associadas a energias renováveis, de modo a ser energeticamente autossuficiente. Para isso, utiliza energia solar para carregar baterias internas que alimentam um microcontrolador Arduino, sensores e sistema de propulsão. Em adição, tem como objetivo realizar automaticamente medições da qualidade da água em questão, de modo a detectar a existência de agentes poluentes.

Funcionalidades implementadas durante o evento:

  • Design e modelação tridimensional em SolidWorks de toda a parte mecânica e
    electrónica do veículo;
  • Prototipagem rápida 3D para componentes de maiores dimensões em três
    impressoras distintas (MakerBot, Witbox e Prusa i3);
  • Fresagem CNC para componentes de alta precisão, em ambiente Advanced Machining
    do CATIA v5-6R2016;
  • Desenvolvimento, simulação e manufactura da parte eléctrica e electrónica de
    controlo do veículo, incluindo uma Printed Circuit Board (PCB) como shield custom
    para o Arduino;
  • Hack de duas Powerbanks de modo a possibilitar carga e descarga simultânea;
    Sistema de controlo GPS;
  • Bill of Materials (BOM) e Cost Analysis de componentes e processos de manufactura
    utilizados para determinar o custo por unidade do protótipo;
  • Sistema para optimização da inclinação do painel fotovoltaico através de servomotor;
  • Possibilidade de lançamento por drone aéreo graças a um sistema autoequilibrante
    por gravidade para possibilidade de utilização do veículo em duas posições diferentes;
  • Controlo do sistema de propulsão constituído por duas hélices independentes e com
    controlo de potência aplicada;
  • Flutuadores com secções internas independentes para possibilidade de ajuste
    posterior de Centro de Gravidade;
  • Simulações estruturais e análise de escoamento (SolidWorks Simulation and
    FlowSimulation) para optimização geométrica – minimização do coeficiente de arrasto
    e maximização da tensão de Von Mises;
  • Testes num lago para simulação de condições de flutuação reais – elaboração de
    vídeos ilustrativos.
  • Em termos de desenvolvimentos futuros, enumeram-se diversas possibilidades,
    nomeadamente:
  • Implementação de sistema de comunicação sem fios para interacção e recepção de
    dados à distância;
  • Fornecimento de gamas personalizadas/modulares de sensores/actuadores,
    conforme as necessidades de cada utilizador;
  • Melhoramento do algoritmo de controlo individual;
  • Optimização da eficiência energética do veículo;
  • Implementação de uma Rede Swarm (enxame) com múltiplos veículos para cobrir
    uma área pré-definida, com aquisição de dados em simultâneo.

Comentários?
Os elementos da equipa concluíram que o Lisbon Green Hackathon 2016 foi uma prova
intensiva de Engenharia, Inovação e Endurance extremamente exigente mas ao mesmo tempo gratificante pela experiência social e profissional, conhecimentos adquiridos e trabalho desenvolvido. Salientamos a qualidade da organização, dando enfase à sua hospitalidade. Foram incansáveis e proporcionaram um ambiente de entre-ajuda e convívio construtivo.

 

SpinOn – Biggest Environmental Impact Hack

 

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Equipa

  • David Avelar – ecologia das culturas; gestão do projecto
  • Hugo Nunes – hardware; gestão do projecto
  • Paulo Vieira – software
  • Pedro Garrett – software; hardware; clima/meteo

Descrição do Projecto

Pivot Water Optimizer – O projeto tem como objectivo optimizar o sistema de rega pivot, contribuindo assim para a sustentabilidade ambiental e económica de um sistema agrícola através da poupança de água. Esta optimização é efetuada através da integração de três fontes de informação: i) monitorização em tempo real da temperatura e humidade do solo; ii) previsão meteorológica para as próximas 24 horas; iii) necessidades hídricas da cultura dependendo da fase do seu ciclo de vida. Assim, dependendo da cultura e da sua fase de crescimento (ex.: 20º dia desde a sementeira do Milho), o sistema sabe qual o limiar de secura do solo (lida pelos sensores) a partir do qual deve acionar o sistema de rega. No entanto, esta só será acionada caso a previsão de chuva nas próximas 24h seja inferior a um determinado valor.

O sistema de monitorização é composto por sensores ligados a arduinos (neste caso a HUZZAH ESP8266), que estão em rede conectados a um RaspberryPi que integra toda a informação, faz umas estatísticas básicas para criar redundância, limpa eventuais valores outliers e confronta os dados de monitorização com as necessidades hídricas da cultura dependendo da sua fase de ciclo de vida. Caso haja necessidade de rega, antes de acionar o sistema integra os dados de previsão meteorológica (em particular a probabilidade de ocorrência de precipitação) como fator condicionante (se chover não rega).

A informação do RaspberryPi é enviada para a cloud, tendo uma App (ou website) como parte visível. Assim, o dono da propriedade tem a informação da i) cultura, ii) monitorização abiótica do solo e iii) previsão meteorológica em tempo real, podendo acionar o sistema de rega manualmente ou optando pelo sistema automático.

O que acharam do evento?
Adorámos o evento, sentimos que estava muito bem organizado e foi uma óptima oportunidade para pôr em prática uma ideia que poderá vir a contribuir para a sustentabilidade, neste caso, através da optimização na gestão dos recursos hídricos na rega.

Que dificuldades tiveram?
Algumas das dificuldades que tivemos teve haver com a utilização de dispositivos nunca antes utilizados e colocá-los a comunicar entre si. A outra grande dificuldade foi termos de criar um protótipo em apenas algumas horas, tendo para isso que lutar contra o sono e cansaço.

O que vos surpreendeu?
Ficámos surpreendidos com o facto de termos conseguido juntar várias disciplinas e criar sinergias entre os quatro elementos da equipa (biologia, matemática, eletrotecnia e engenharia do ambiente) e com a colaboração de outras equipas que nos ajudaram a ultrapassar alguns desafios.

O que aprenderam neste evento?
Aprendemos que há ideias e soluções relativamente simples que podem ser executadas em tempo record. Em termos técnicos aprendemos a mexer com dispositivos novos, po-los a comunicar em rede sem fios, criar algoritmos automatizados com programação em várias linguagens.

Pretendem dar seguimento ao projeto?
Estamos a pensar avançar com o projecto dado que já fomos contactados por potenciais clientes.

 

Green Monkeys


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Equipa

  • João Sintra
  • António Sintra
  • João Bergano
  • Carlos Lopes

Descrição do Projecto

O nosso projecto consistia em fazer uma lâmpada (neste caso utilizados LED’s) acender ou apagar automaticamente consoante a luminosidade existente. Para isso o sistema que montamos era simples, usámos uma fonte de energia (uma pilha de 9V) que estava ligada a uma placa de Arduino e esta por sua vez estava conectada a um sensor LDR (sensor que mede a luminosidade), a um switch on/off, a um potenciómetro e aos LED’s.

O que acharam do evento?
Achamos que foi uma experiência espetacular! Deu para aprender, para nos divertimos, para conhecer pessoas, foi um evento do melhor!

Que dificuldades tiveram?
A nossa principal dificuldade foi aprender a mexer com a placa de Arduino.

O que vos surpreendeu?
Para nós o mais surpreendente foi o facto de que um evento novo, organizado pela primeira vez na FCUL e pela Oficina das Energias, atingisse um nível tão bom, quer a nível de pessoal e material como a nível de apoios de várias empresas.

O que aprenderam neste evento?
A principal aprendizagem foi aprender a mexer com a placa de Arduino.
Pretendem dar seguimento ao projeto?
Ao projeto que desenvolvemos não, mas este evento deu-nos a motivação para criar mais projetos, tanto que já estamos a pensar no próximo!

 

Hackytrash

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Equipa

  • Miguel Machado
  • Gonçalo Fonseca
  • Márcio Domingues
  • Diogo Pestana

Descrição do Projecto

O Hackytrash partiu de uma das ideias apresentadas na sessão de brainstorming que teve lugar na sexta feira. Composta por uma equipa multidisciplinar o trabalho envolveu várias tecnologias: arduíno, webservers, impressão 3D e uma grande dose de energia.

Este projeto visa aumentar a eficiência da gestão de resíduos urbanos nas nossas cidades. A equipa verificou que muitas vezes os caixotes do lixo estão cheios e noutros casos vazios o que leva a que as rondas de coleção de lixo possam ser melhoradas. Esta melhoria da eficiência pode-se traduzir em rotas mais eficientes sem paragens desnecessárias, permitindo às câmaras municipais uma redução dos recursos e o aumento do nível de satisfação dos moradores.

O HackyTrash consiste em vários sensores que são colocados no caixote do lixo que por sua vez é alimentado por um painel solar. Assim este caracteriza-se por ter autonomia para vários anos sem que seja necessária manutenção.

O que acharam do evento?
O GreenHackaton é sem dúvida dos melhores eventos tecnológicos em Portugal, onde existe um verdadeiro espírito empreendedor e de entreajuda. A organização é TOP, onde não nos faltou nada durante a prova, mesmo de madrugada quando o sono pesa mais, sandes preparadas e bebidas estavam sempre à nossa espera. Venham mais eventos como este!

Que dificuldades tiveram?
Durante o desenrolar da competição surgiram várias dificuldades já que algumas áreas eram novas para todos, mas ao fim ao cabo era para isso mesmo que estávamos lá, para nos desafiarmos e aprendermos mais.

O que vos surpreendeu?
O convívio e a disponibilidade de todos os envolvidos. Interagimos com praticamente todos os grupos, desde trocar ideias ou dificuldades até mesmo trocar componentes e ferramentas. Foram 24 horas de grande companheirismo.

 

Illuminati

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Equipa

  • Daniel Oliveira
  • Luís Silva
  • David Pinto

Descrição do Projecto

O projeto consistia em construir 2 Smart Devices (dispositivos inteligentes) para instalar em edifícios, sendo o seu foco em edifícios de escritórios, onde o consumo de eletricidade além de ser maior, decorre em intervalos de tempo bastante específicos.

O primeiro dispositivo consistia num detetor de movimento que, mesmo que o interruptor da luz estivesse ligado, caso não houvesse ninguém num determinado raio a luz desligar-se-ia. Além disso, era dotado de um segundo sensor – de luminosidade – responsável por ligar/ desligar a luz dependendo da luminosidade no interior do edifício. O objetivo deste dispositivo era optimizar o uso da eletricidade, por exemplo, em open spaces em que todo o piso tem as luzes acesas, mas apenas se encontram pessoas numa das secções, pelo que as luzes circundantes a estas pessoas se iriam desligar automaticamente.

O segundo dispositivo permitia, através de um interruptor on/off, ligar/desligar todos os equipamentos eletrónicos que se encontrassem em stand by, como é o caso dos computadores. O objetivo seria que, a última pessoa a abandonar o edifício, tinha este interruptor que permitia ainda desligar os equipamentos que não eram relevantes estarem ligados durante os temos mortos.

O que acharam do evento?
A organização fez um trabalho esplêndido e estava tudo muito bem organizado. Foi o meu primeiro Hackaton e estava com algum receio, mas correu tudo espetacularmente bem e acho que é algo a repetir no futuro.

Que dificuldades tiveram?
A principal dificuldade esteve relacionada com a geração de ideias, uma vez que todos nos tínhamos inscrito como individuais e ainda não tínhamos começado a trabalhar na ideia que viria a ser realizada. Pelo que, no decorrer do desenvolvimento do projecto, estávamos um pouco limitados pelo material que nos foi disponível. No entanto, não vejo este último ponto como algo negativo, uma vez que no futuro, como engenheiros, iremos sempre lidar com este tipo de situações, quer sejam limitações materiais, quer sejam limitações monetárias.

O que vos surpreendeu?
Como já foi referido, a organização do evento estava espetacular para uma primeira vez. Surpreendeu-me o espírito de equipa que se estabeleceu, principalmente pelo facto de nos termos conhecido apenas há algumas horas, quando foi para iniciar o projeto. Também nunca esperámos que conseguíssemos fazer o que fizéssemos.

O que aprenderam neste evento?
Além de termos aumentado a nossa rede de contatos (embora não seja algo que se aprenda, pode-se entender o estabelecimento de uma boa network como uma skill). Aprendemos também conhecimentos técnicos, quer sobre o que estávamos a desenvolver, quer também sobre o que os outros grupos estavam a trabalhar, pois não tinha a noção que era possível fazer esta imensidão de coisas com o arduino.

Pretendem dar seguimento ao projeto?
Vamos a ver! Mas para já acho que não.

 

Maltafish

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Equipa

  • Bruno Figueiredo
  • Mariana Moreira
  • Jerry Cunha
  • Antero Moura

Descrição do Projecto

O nosso projecto é um projecto com 3 vertentes todas ligadas entre si. A primeira vertente é uma aplicação que funcionaria como uma especie de social network Que permite o registo e partilha de informação sobre as diferentes zonas balneares. A segunda vertente É o website que complementa a aplicação. É a terceira vertente é o ‘Fisher’ que e um aparelho pessoal com as dimensões de uma pequena bola que ao ser introduzido na água obtém dados sobre a qualidade da mesma.

Este projecto permite que a população se mantenha informada sobre a qualidade da água nos diversos sítios e podia servir de alerta para as entidades responsáveis pela zona em questão

O que acharam do evento?
o evento foi uma experiencia deveras enriquecedora. Criaram-se fortes bases de trabalho em equipa, houve uma excelente interacção entre concorrentes e a organização foi incansável.

Que dificuldades tiveram?
Tivemos algumas dificuldades na concretização do projecto, nomeadamente na realização do nosso protótipo devido à implementação de sensores, o que nos levo a insistir mais nas outras duas vertentes.

O que vos surpreendeu?
Ficamos surpreendidos com o surgimento de ideias e a concretização das mesmas em tão pouco tempo. Nunca pensamos que 24h se mostrassem tão produtivas para tantas equipas.

O que aprenderam neste evento?
Aprendemos que com entreajuda, cooperação, espirito de equipa, pressão, diversão e uma boa organização se podem fazer coisas improváveis e impensáveis para alguns num espaço tão curto de tempo.

Pretendem dar seguimento ao projeto?
O projecto tem de ser aperfeiçoado e apurado. Contudo temos vontade e gosto em lhe dar continuidade

Comentários?
Parabéns a toda a organização e a todos os seus colaboradores que de alguma formam tornaram este evento possível. Este é um tipo de eventos que devia ser cada vez mais incutido nas universidades de forma a desenvolver algumas habilidades nos participantes e também contribuindo para a sustentabilidade do nosso planeta.

 

Quatro Improváveis

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Equipa

  • Miguel Samúdio
  • Kevin Mitchell
  • Ricardo Andrade
  • Tomás Ribeiro

Descrição do Projecto

O projeto desenvolvido pelo grupo “Os 4 improváveis” baseou-se no estudo e simulação de duas tecnologias de produção de energia em locais de lazer. Estas duas tecnologias foram denominadas BEGI (Bicicleta com gerador incorporado) e BAGI (Baloiço com gerador incorporado). No primeiro caso o principal objetivo foi idealizar uma bicicleta estática em que ao ser utilizada conseguisse produzir energia para carregar aparelhos via USB e ao mesmo tempo alimentar o computador de bordo constituído por LEDS. Posto isto, foi desenvolvido um protótipo com um mini gerador acoplado a uma manivela movimentada por um dos elementos do grupo, a qual foi construída com materiais reutilizados. Ao rodar o veio do gerador era acionado um sistema implementado por um Arduíno, em que uma série de LEDS eram acesos numa ordem específica, mostrando o tempo de uso do utilizador. Em segundo lugar, o BAGI foi pensado com o intuito de produzir energia quando o mesmo fosse utilizado pelas crianças. Seria constituído por 2 geradores, um em cada braço do baloiço, aproveitado assim o movimento do mesmo para a produção de energia. Neste caso foi contruído também um protótipo em que foi simulado uma espécie de pêndulo, que ao ser baloiçado em torno do gerador, o mesmo seria capaz de produzir energia.

O que acharam do evento?
Achamos que foi um evento muito positivo e cheio de boa disposição, onde se viram muitas novas ideias ganhar forma, muitas cabeças a pensar e caras sonolentas. A qualidade da organização também ajudou uma vez que todo o evento ocorreu sem percalços e mostraram-se sempre disponíveis para nos assistir. Resumindo, foi uma experiência positiva e caso possua uma 2ª edição teríamos interesse em voltar a participar!

Que dificuldades tiveram?
As principais dificuldades consistiram em lidar com o cansaço e com a falta de certos materiais na hora, pensando como superar determinadas adversidades com o que possuíamos na hora.

O que vos surpreendeu?
A coesão, desempenho, enorme imaginação e proactivade dos elementos do grupo, que com empenho e perseverança superaram as adversidades impostas. Foi um grupo enriquecido pelo sentido de humor, dedicação e criatividade. É também de referir a ajuda entre grupos.

O que aprenderam neste evento?
Aprendemos a trabalhar sob stress e cansaço, com pessoas desconhecidas de diferentes áreas com diferentes formas de pensar e competências, superando situações complicadas com o material disponível na hora. Houve também um aprofundamento de conhecimento a nível eletrónico, informático e técnico.

Pretendem dar seguimento ao projeto?
É difícil dizer uma vez que somos todos de sítios diferentes, sendo que alguns vão entrar no mercado de trabalho dentro de poucos anos e outros estão agora a acabar o secundário. De momento não iremos continuar, porém não se sabe o que o futuro nos reserva!

 

Save Ægir

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Equipa

  • Bruno Carvalho – Gestão
  • Francisco Pimenta – Eletrotecnia
  • João Sá – Eletrotecnia
  • Telmo Ferreira – Eletrónica

Descrição do Projecto

Our main concern in this project is to save water while making life easier and “smarter” for everyone. Some say the shower is one of the best places to think. Well… not just that, it’s also one of the “best” places to waste water. We just ask you please to hold on with us, while we do a little engineer approach.

After a little thinking we realized that the shower “cleaning” efficiency isn’t close to perfect, once not all the water is used to clean our body. We are talking about that first “wake up” cold water that runs through our shower, that doesn’t even touch our body and goes directly down the drain.
Our solution? Using a redesigned type of water recirculation circuit that makes cold water stay in the pipes and just letting the hot water out of the shower, we can save a few liters every time. But we know that this isn’t the best solution. Would you like to just stay in the shower with no water coming out at all? We wouldn’t… so we thought a system that would allow us to have warm water all the time, without having to spend enormous quantities of energy. With that in mind we didn’t limit our solution to a redesigned circuit, but we also thought that giving it intelligence would make it better and more efficient. Why have hot water all the time? Why not just have hot water when we need it?

The solution was IoT. Not only the user would be able to program a calendar in the system, but also the system would be able to teach itself about users’ daily lifestyle and calculate the more probable time for hot water usage (and probably some more addable features). It would also communicate in real time with the user’s smartphone using mobile data or Wi-Fi, receiving information from the users’ GPS position to foresee when the user is heading home and what has him be doing (per example, if his smartphone acknowledges that he is running, the system would think that he probably would need a shower when he heads home and it would turn on the heat).

What if the user needs water and the system didn’t guess that? Well… If hot water isn’t already available, the user will just have to wait the normal amount of time it would have, if he didn’t have the system (while it gets warmed up without wasting a drop). Every shower and water tap would have an integrated temperature sensor and electromagnetic valve, so it could self-control the water flow and only open when it is hot enough.

The whole concept is simple; while the water isn’t at the user’s defined temperature, it would just flow in the circuit. When we take in mind all the showers we take in a year, the water savings would be significative (around 15000 litres of water and 60 euros per year). Not enough to make it worth to tear walls down to implement the technology in old houses, but good enough to implement it in new houses, at a low cost and high efficiency, that could make a change in the world.

O que acharam do evento?
O Lisbon Green Hackathon foi e é sem dúvida um dos hackathons de referência em Portugal. A organização fez um trabalho excelente em fornecer tudo o que poderia ser necessário aos participantes e estava sempre pronta a ajudar e orientar os nossos projetos.
Em 24 horas aprendemos, divertimo-nos e criamos algo que pode salvar o mundo.

Que dificuldades tiveram?

Logo desde o início dividimos o trabalho em duas partes distintas mas dependentes (raspberry pi e arduino). Nenhuma das partes era totalmente dominada por nós o que levou a uma série de dúvidas, principalmente no código php do site do raspberry pi e na programação do arduino.

O que vos surpreendeu?

Ficamos surpresos quando percebemos a amplitude da nossa ideia e o que conseguiríamos vir a realizar com ela. O que também foi uma surpresa foi a entreajuda e companheirismo fomentados pela organização que levou a 24 horas muito gratificantes.

O que aprenderam neste evento?

Penso ser impossível enumerar tudo o que aprendemos neste evento. Conseguimos aprender a escrever php, programar raspberry pi e arduino e utilizá-los para uma comunicação bilateral, montar circuitos em breadbords, etc.

Pretendem dar seguimento ao projeto?

Admitimos que fomos para o hackathon com uma ideia um pouco limitada para o nosso projeto, mas também devido à pequena janela temporal não nos foi possível elaborar um projeto palpável com mais qualidade.
Pretendemos dar seguimento à nossa ideia, mas principalmente no âmbito da IoT e não propriamente no âmbito prova de conceito realizada no hackathon, como nos foi indicado pelo juri durante o pitch.

Comentários?

Gostaríamos de agradecer uma vez mais a organização pela oportunidade que nos foi dada e de dizer que na próxima edição podem contar connosco novamente. Queríamos também de dar os parabéns aos nossos colegas pelas excelentes ideias e fantástico companheirismo e de dizer que, quem sabe um dia, juntos iremos salvar o mundo.

Team Erasmus

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Equipa

  • Lisa Feist
  • Daniele Corradini
  • Johanna Reiskorn
  • Lorenzo Betto